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domingo, 19 de junho de 2011

Leituriando

A leitura sempre foi uma realidade constante no meu cotidiano. Já viajei o mundo todo; já voei em cima de tapetes e vassouras; já fui a vilã e a mocinha; já recebi visitas de seres mágicos; já criei novas ideologias: tudo isso com apenas um livro em mãos.
As letras sempre foram ninhas companehiras: estavam o tempo todo disponíveis para expressar aquilo que trazia guardado dentro de mim. O papel e o lápis foram canais formadores do meu caráter. O livro foi a minha inspiração, meu amigo, confidente e professor.
O hábito de ler e escrever me ajudou a descobrir meu próprio mundo; fez-me ver quem eu realmente era ao ler aquilo que parecia ter sido escrito especificamente para mim. Vivi minhas próprias experiências através das palavras de outros autores.
O livro foi um elo formador da minha personalidade, e hoje atua como um agente transformador dela. Através da leitura também pude compreender questões referentes ao mundo alheio, aprendendo a respeitá-lo, da mesma forma que respeito o meu.

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